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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

CANDIDATA AO MISS BUMBUM FOI EXPULSA DA IGREJA POR "DESCONCENTRAR" OS JOVENS





img-20140821-wa0031img-20140821-wa0030img-20140821-wa0028Fotos: Divulgação
  Para sorte dos pagãos, Bruna Valentim, a candidata ao título de Miss Bumbum 2014 pelo Rio de Janeiro, trocou o sonho de ser freira pela carreira de modelo. A troca, para infelicidade de Bruna, 22 anos, não foi ocasionada pelo despertar de um vocação para as passarelas ou holofotes, mas por uma situação bem desagradável.
Nascida no ABC paulista, Bruna era católica e tinha o sonho de ser freira. No entanto, desde os 14 anos a moça era dona de um corpo escultural. Nenhuma peça de roupa, nem mesmo a saia longa que ela usava para frequenatar as missas, eram suficientes para disfarçar seu bumbum de 105 cm. Resultado, não houve padre capaz de prender a atenção de adolescentes e homens casados aos textos da bíblia. “As beatas da Igreja de Santo André, que eu frequentava, se reuniram e me pediram para eu deixar de ir lá. Elas disseram que meu corpo chamava a atenção dos adolescentes, que não se concentravam na igreja. Fiquei arrasada, pois tinha o sonho de ser freira”, conta Bruna.
Incentivada pela família, a jovem, então, resolveu tomar um novo rumo. Deixou de lado o sonho de usar o hábito e mudou-se sozinha para o Rio de Janeiro, a fim de tentar a carreira de modelo. “Foi a melhor coisa que fiz. Hoje moro sozinha em um apartamento na Barra da Tijuca, no Rio, e o trabalho vai muito bem”.
E ficou ainda melhor agora, reconhece ela, após sua entrada no Miss Bumbum. Para particiar do concurso, Bruna intesificou a malhação e os antigos 105cm do derrière foram reduzidos para 102 cm. Com 1,70 m de altura, a paulista malha de segunda a sábado longe da academia. “Faço treinamento funcional na praia. Além de ser mais divertido, também deixa o corpo durinho e ainda me mantém bronzeada”, explica..
Apesar da decepção religiosa, o sonho de ser freita ainda a persegue: “Acho lindo aquelas roupas que elas usam. Gosto muito de ajudar os outros e gosto de fazer doações para campanhas beneficientes. Parei de frequentar a igreja, mas quem sabe o que pode acontecer no futuro?”.
EGO – Globo

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