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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O DESABAFO DO JORNALISTA DIÓGENES DANTAS

Ao longo de 26 anos de profissão, como jornalista de todas as mídias, principalmente TV e rádio, sempre pautei o meu trabalho pela responsabilidade e seriedade. 
No exercício do jornalismo, eu sempre busquei a informação correta, ouvindo os dois lados da notícia. Desta forma, o profissional da comunicação chega próximo da imparcialidade, tão cobrada nos veículos de comunicação.
Minha escola foi a UFRN, foi a Rede Globo de Televisão, foi a Rede Bandeirantes, o SBT, a Rede Record, todas emissoras de Brasília.
Foram os bons profissionais que encontrei na Tribuna do Norte, Diário de Natal e demais veículos da imprensa local e nacional.
Foi esta formação que me possibilitou criar e consolidar o Jornal 96, que já completou jornal 12 anos de comprovado sucesso e ampla audiência, resultado do meu trabalho e da minha equipe. Tenho muito orgulho do Jornal 96.
Foi esta formação que me possibilitou criar e consolidar a TV Assembleia do Rio Grande do Norte, também de comprovado sucesso e reconhecimento no meio das TVs legislativas, resultado do meu trabalho e da minha equipe. Tenho muito orgulho da TV Assembleia.
Foi esta formação que me fez criar um portal de notícias no Rio Grande do Norte, o Nominuto, pioneiro em redação exclusivamente voltada para o on line. O Nominuto resiste por causa de sua enorme audiência.
Foi esta formação que me fez repórter, editor de política, colunista, blogueiro, apresentador de rádio e TV.
Foi esta formação que me levou a exprimir opinião firme e forte. Às vezes, polêmica, mas sincera e pautada na notícia. Opinião que é resultado da minha experiência.
Eu costumo dizer para quem trabalha comigo, que eu não brigo com a notícia. Ela é mais forte do que eu. Seja dura como for.
Sempre pautei meu trabalho nas campanhas políticas com seriedade. Nunca levei uma multa da Justiça Eleitoral por erro cometido na cobertura jornalística. Nos veículos onde trabalho, eu costumo abrir espaço para todos os candidatos, partidos e credos políticos. Dos poderosos aos nanicos.
Na reta final da atual campanha, me chegam notícias de muita pressão em cima de profissionais que, como eu, pautam seu trabalho com seriedade, relatando o que realmente se passa na corrida eleitoral.
Nunca aceitei pressão de político onde trabalhei: seja na Globo, no SBT, na Record, na Bandeirantes, na Tribuna do Norte, no Diário de Natal ou na 96 FM, minha casa há 16 anos - 12 anos de Jornal 96 e outros 4 no início da minha carreira, como redator, ainda nos tempos de faculdade. E assim devo me pautar sempre. Mesmo que eu tenha de abrir mão da audiência deste ou daquele veículo de comunicação.
Pra cima de mim não, violão!

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