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domingo, 24 de abril de 2016

RN: ANÁLISE POLÍTICA POR NEY LOPES

O burburinho do jogo do poder não se concentra apenas ao redor do Palácio Jaburú, onde mora o vice Michel Temer, no DF
No Rio Grande do Norte, não é diferente.
Neste feriado prolongado, agitaram-se os bastidores da política potiguar.
Muitas conversas rolaram noites à dentro, certamente acompanhadas de bons vinhos…
Estratégias, adesões, novas coligações, desprezo, exclusões de pessoas, negócios e por aí vai!
Tentativas de montagem de novos desenhos da política local, a partir da inevitável derrocada do PT.
Tudo “justificado” pela máxima de que “mudam os ventos, mudam os compromissos!”
E mais, a tradicional afirmação: “política é isto mesmo!”
Não se sabe, ainda, o que estar por vir, em termos de nomes.
Uma coisa é certa: os intermediários estão em campo para tentarem juntar azeite com água, na esperança de que agora dê certo, o que não deu em 2014.
A eleição mais próxima, que é a municipal, aponta para a chance da candidatura em Natal, da deputado Márcia Maia (nova oposicionista do PSDB).
“Iluminados” acenam com uma grade coligação para apoiá-la.
O normal seria a candidatura do deputado Rogério Marinho.
Porém, ao que se sabe, ele não aceita.
Acredita que poderá “reinar” em Brasília e disputar majoritária em 2018.
Nessa hipótese, o grupo oponente poderia ser do Prefeito Carlos Eduardo, na luta pela reeleição, cuja tendência é juntar-se ao PT e grupos de esquerda.
A lógica de Carlos Eduardo seria que a sua administração fala por si só e o apoio do PDT à Dilma foi ato de coerência, que não receberia reprovação nas urnas.
Acredita que contaria na eleição municipal o fato local e não nacional.
Para ser candidato em 2018, Carlos Eduardo apostaria que à época o PMDB e coligados ao governo Temer estarão mais desgastados do que a presidente Dilma atualmente, por não conseguirem construir o milagre esperado pela sociedade.
No mínimo, em 2018, o jogo de opinião pública ficaria empatado, na luta pelo governo do estado.
Nesse vai e vém, muitas novas aproximações e coligações serão anunciadas nos próximos dias.
Interessados em construir “pontes” é que não faltam.
O que não se tem certeza é se essas “pontes” terão objetivos meramente de grupos, ou de preservação do efetivo interesse coletivo.
É o caso de dizer: “No creo en brujas, pero que las hay, las hay”
Somente o futuro dirá, o que está por vir!
O eleitor que “abra o olho”, desde já.
O blog acompanhará e analisará tudo.

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