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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

FUTEBOL: QUE FIM LEVOU?

GEOVANI


por Rogério Micheletti e Milton Neves
 
Ex-meia do Vasco, nos anos 80, Geovani trabalhar e reside em duas cidades: Vitória e Vila Velha (ES). Geovani foi acometido de um tumor vertebral que resultou em uma polineuropatia, enfermidade que o deixou com sérias dificuldades de locomoção.
 
Felizmente curado, Geovani se recuperou a ponto de voltar a jogar futebol com amigos em finais de semana no Espírito Santo.
 
O meia começou sua carreira na Desportiva (ES) e chegou no clube de São Januário em 1983. Seus melhores anos de foram em 1987 e 1988.
 
Habilidoso, ótimo lançador, excelente cobrador de pênaltis e faltas, Geovani foi um dos destaques da Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Seul, em 1988. Na ocasião, o time dirigido por Carlos Alberto Silva conquistou a medalha de prata. O Brasil foi derrotado pela União Soviética, de virada, por 2 a 1.
 
Depois de ser bicampeão carioca pelo Vasco (1987/88), Geovani foi jogar no Bologna, da Itália, e no futebol da Alemanha, mas como estava em equipes modestas não conseguiu se destacar. Voltou ao Brasil, jogou mais alguns anos no Vasco e ainda na Desportiva (ES). Evangélico da Igreja Marnata, em Vitória, Espírito Santo, ele se candidatou a deputado estadual e foi o 16º colocado, com 19572 votos.

Doença, política, família...

Em 2006, Geovani foi acometido de polineuropatia e tumor vertebral, obrigando-o andar de cadeira de rodas por 11 meses. É uma doença que ataca os nervos e os músculos da perna. No final de 2007 recuperou parte de sua movimentação normal e passou a andar com o auxílio de muletas. Em 2012 estava totalmente curado.
 
O ex-jogador do Vasco, da seleção brasileira e do Bologna da Itália (em 1989) tem três filhos sendo dois deles bons de bola.
 
Geovani trabalhou como assessor parlamentar no governo de Paulo Hartung, governador do Espírito Santo, em 2007, depois de não ter obtido êxito em sua reeleição como deputado estadual capixaba.
 
Filho de peixe...
Andrey, filho de Geovani, assinou seu primeiro contrato profissional com o Vasco da Gama em março de 2009. O jovem atleta, considerado promissor, chegou tímido ao estádio de São Januário. Mas com a esperança de brilhar como o bom meia Geovani.


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