Segundo Lycarião, o ato é para provar “que a superioridade do governo não existe”. Ele afirma que só voltará a comer quando o Superior Tribunal Federal, STF, declarar que Lula não poderá assumir a pasta. “Que tipo de Estado é esse? Isso é simplesmente dominação daqueles que têm o poder sobre aqueles que não têm”, questiona.
O mineiro pediu licença do trabalho na quinta-feira pela manhã, arrumou as malas e dirigiu até Brasília. Dormiu na casa de um amigo e na sexta-feira (18/3), por volta das 9h, foi para a Praça dos Três Poderes. Desde então, bebe água no Espaço Lúcio Costa, e dorme em seu carro, um Sandeiro branco.
Lycarião considera-se apartidário e diz que nunca participou de manifestações, que para ele, não dão resultado. “Elas são de uma potência enorme, mas a flexibilização de defesa do governo é grande. Precisamos de algo que colocará a situação em xeque”, relata. O mineiro conta que nunca havia participado de protestos. “Mas a posse do Lula foi a gota d’água, tinha de fazer algo dessa vez”, explica.
ROBSON PIRES
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