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ELEIÇÃO ACIRRADA NO SENADO

 O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) age para demover votos contrários ao senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na eleição de 1º de fevereiro. De acordo com o site Poder360, senadores foram procurados nesta 2ª feira (30.jan.2023) por integrantes do Executivo para discutir mais espaço no governo. 

O Palácio do Planalto não esperava o crescimento do senador Rogério Marinho (PL-RN) às vésperas da eleição. A aliados, o congressista do PL afirma ter de 40 a 42 votos favoráveis à sua candidatura. Para ganhar a disputa no 1º turno, o candidato precisa de 41. Pacheco diz ao seu grupo que continua à frente na corrida.

O ex-ministro de Jair Bolsonaro parte de 23 votos com apoio do bloco PP-PL-Republicanos. Conta, além desse montante, com os 3 filiados ao PSDB e dissidências no União Brasil, MDB, Podemos e até no PSD, partido de Pacheco.

Marinho ainda conversa com o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) sobre a possibilidade de o cearense desistir de sua candidatura. Com isso, conseguiria mais 2 ou 3 votos ainda no 1º turno.

Segundo apurou o Poder360, Otto Alencar (PSD-BA) fez a ponte entre alguns senadores e o Planalto para conversas sobre o pleito. Ele esteve nesta segunda (30) com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Apesar do crescimento de Marinho na reta final da eleição, há ainda ponderações de senadores de vários espectros sobre as surpresas que as votações secretas reservam. Afirmam que muitas mudanças podem acontecer no curto período até a abertura das urnas.

Com informações de Poder 360

Fonte: Portal Grande Ponto

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