A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pretende explorar as investigações que envolvem Lulinha e Marcola como estratégia para desgastar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela Presidência da República.
A intenção é manter as suspeitas envolvendo pessoas próximas ao presidente no centro do debate político e associá-las ao discurso de combate à corrupção.
O coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que as investigações representam um “constrangimento” para o PT.
A escolha do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente também integra essa estratégia. Relator da CPMI do INSS, Gaspar chegou a pedir o indiciamento de Lulinha por corrupção, tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O parecer, porém, foi rejeitado pela comissão.
Fonte: 96 FM, com informações do Metrópoles.
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