RN: 18 CAIXA ELETRÔNICOS ARROMBADOS EM 2015

Por Lara Paiva

(Foto: Alberto Leandro/PortalNoar)
Caixas eletrônicos foram arrombados no último sábado na sede da Câmara Municipal do Natal (Foto: Alberto Leandro/PortalNoar)

A Polícia Civil registrou quatro ocorrências no mês de julho relacionadas aos caixas eletrônicos no Rio Grande do Norte. Desses quatro, dois foram explosões e dois utilizados com a ajuda de um maçarico. Durante o ano foram registrados 18 casos de explosões nos caixas eletrônicos, sendo que a maioria aconteceu nos municípios do interior.
No último sábado (18) foram registrados dois equipamentos arrombados com auxílio de maçarico na sede da Câmara Municipal do Natal (CMN), que deixou alguns servidores da casa legislativa de refém.
As equipes de perícia do Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP) e da Polícia Federal coletaram várias impressões digitais em objetos manuseados pelos suspeitos de arrombar os caixas na CMN.
Como os DVRs que gravam as imagens do circuito de vigilância e o HD do computador da recepção, que armazena as fotos dos visitantes, também foram roubados, as digitais serão fundamentais para comprovar a participação de suspeitos no crime.
Freitas acredita que os recentes arrombamentos e explosões na capital potiguar estão sendo feitos por uma mesma quadrilha. “A maioria das pessoas que cometem este crime tanto em Natal quanto no interior do Rio Grande do Norte vem de outros lugares”, comentou.
Entretanto, os casos que aconteceram em Natal ainda são uma exceção, segundo Sheila Freitas, delegada titular da Divisão Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deicor). Quer dizer, a maioria das ocorrências desse tipo acontece mais no interior do Rio Grande do Norte.
“Se a gente relacionar o que aconteceu neste mês com o ano passado, houve uma diminuição dos casos. Em 2014, nós registramos em julho apenas seis caixas que foram danificados”, afirmou a delegada. Com esses dados, este valor representa uma queda de quase dois terços.
“A gente divide essas explosões em duas categorias, que são: aqueles que conseguiram levar o dinheiro e não conseguiram. Apenas 10 caixas levaram o que tinha dentro dos equipamentos”, explicou Sheila Freitas.
Já aqueles que foram danificados por maçarico foram nove, sendo que apenas um não conseguiu levar todo o dinheiro.
Ao ser questionada a facilidade de danificar os objetos, a delegada respondeu que está relacionado com a falta de preparo das agências bancárias e de segurança privada.
“Se as agências bancárias mudasse o sistema de segurança, colocar mais vigilantes e diminuir a facilidade, o número de casos como esses iria diminuir”, relatou.

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