COLUNA DE VICENTE SEREJO

 PALCO

RISCO – Anotem: se a Polícia Federal não provar a que se destinava a devassa do SNI caboclo, instalado no Palácio do Planalto, as buscas e apreensões cairão também nas águas fundas do mar.

DICA I – Do consultor de gestão financeira Morgan Housel que acaba de ter seu livro lançado no Brasil: “Quem não sabe controlar dinheiro precisa de terapeuta, não de um consultor financeiro”.

DICA II – Morgan é autor do livro “O Mesmo de sempre – um guia para o que não muda nunca” lançado no Brasil pela editora Objetiva. Nas livrarias do Rio e São Paulo. Impresso e em ebook.

HUMOR – De um velho eleitor do ex-senador José Agripino vendo o caminho sinuoso que já tomou a candidatura de Paulinho Freire, do seu União Brasil: “O perigo são as más companhias”.


ESTILO – De uma voz com anos no chão da política: “Álvaro tem experiência para saber que o líder tem duas fortes qualidades: a capacidade de decidir e a firmeza na defesa de suas escolhas”.

MAIS – E continuou: “Tomara que ele tenha certeza de que a demora é melhor para sua tomada de decisão Se a prática mostrar que não foi, ele pode sair à reboque ao invés de liderar essa luta”.

POESIA – Do poeta maranhense Salgado Maranhão, no Mural de Ventos, edição José Olympio, Rio, 1998, sob o grande azul da sua terra: “O vôo da garça solitária / esgarça o brilho da manhã”.

BELEZA – De Nino, o filósofo melancólico do Beco da Lama, contendo Absalão, o intrépido, a devorar com os olhos a mulher bonita que passava: “A beleza, Absalão, é para ser contemplada”.

CAMARIM

LUXO – Sejamos justos: o único luxo do Sebrae-RN é com ele mesmo, nunca com os pequenos e micros empresários. Prova disso é a edição do livro sobre os seus cinquenta anos: em tamanho grande, encadernado, sobrecapa, papel couché e em cores. Cortar supérfluo só no poder público?

ELOGIO – Para o jornalista Rafael Duarte, ex-aluno, pela pesquisa e o texto que realizou para o livro que documenta a história da Bandagália. É a prova de que o jornalismo impresso ainda é a grande escola. Ao contrário de alguns prestidigitadores da palavra no ofício pedante do pastiche.

IMUNES – A defesa da imunidade é postulado da democracia, desde que não seja usada para esconder o crime. Como, se provada, a devassa na vida dos cidadãos, parlamentares ou não, sem autorização do Judiciário? É investigar se existiu a ABIM paralela, a versão monstruosa do SNI.

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