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A POSSIBILIDADE DE EXECUTIVOS DA ANDRADE GUTIERREZ ADERIREM À DELAÇÃO PREMIADA

Mônica Bergamo
A possibilidade de executivos da Andrade Gutierrez aderirem à delação premiada faz parte de um pacote: o interesse maior da empresa seria, depois disso, fechar um acordo de leniência com o governo.
Com ele, tentaria se livrar do risco de, no futuro, ser impedida de fazer obras para o poder público em todo o país.
CARTÃO DE VISITA – A ideia ainda está em estudo.
O presidente da empreiteira, Otavio Azevedo, preso em Curitiba, recebeu advogados que explicaram a ele, na semana passada, as consequências de aderir à delação.
A visita, e a informação de que o escritório de Celso Vilardi, responsável pelo acordo de leniência da Camargo Corrêa, estaria sendo contratado pela Andrade, repercutiu entre advogados de outros réus do escândalo.
NÃO E NÃO – Vilardi afirma que não foi contratado pela empresa.
A companhia diz: “O Grupo Andrade Gutierrez nega que seus executivos estejam aderindo à delação premiada. A AG também não fez nenhum acordo de leniência”.
Post scriptum – O portal 247 registra que “A Andrade Gutierrez é a empreiteira que mais doou dinheiro para a campanha do senador Aécio Neves (PSDB) à presidência em 2014.
Foram 322 doações ao tucano que somaram mais de R$ 20 milhões.
Antes dele, dois executivos da construtora já citaram os nomes das principais lideranças tucanas em acordo de delação premiada.”

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