O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), esclareceu nesta quinta-feira (29) pontos centrais sobre o andamento do chamado caso Master, atualmente sob sua relatoria na Corte.
Em nota oficial, Toffoli afirmou que qualquer eventual envio do processo à primeira instância somente será avaliado após a conclusão das investigações, evitando riscos de nulidades processuais relacionadas ao foro por prerrogativa de função ou a violações ao devido processo legal e à ampla defesa.
Segundo o ministro, o processo foi encaminhado ao STF após sorteio ocorrido em 28 de novembro de 2025. Poucos dias depois, já em dezembro, ele determinou a manutenção do sigilo e a validação das medidas cautelares adotadas anteriormente, com o objetivo de impedir vazamentos que pudessem comprometer as apurações.
Toffoli também justificou que o sigilo foi mantido por se tratar de investigações sensíveis, envolvendo o Sistema Financeiro Nacional, além da necessidade de realização de diligências urgentes, como oitivas de investigados e de dirigentes do Banco Central.
Ainda de acordo com a nota, os pedidos apresentados pelas defesas para reconhecimento de nulidades foram rejeitados, e as investigações seguem em curso, sob supervisão do STF, até que haja elementos suficientes para eventual redistribuição dos autos às instâncias ordinárias.
📌 Fonte: Metrópoles – Coluna Manoela Alcântara
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