INVESTIGADO TERIA GUARDADO R$ 2 MILHÕES EM APARTAMENTO PARA CAMPANHA DE ALLYSON BEZERRA, DIZ ACUSADO
As investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Mederi, deflagrada em janeiro de 2026, revelaram diálogos interceptados que comprometem o ex-vice-prefeito de Serra do Mel, José Moabe Zacarias Soares (PSD).
De acordo com o material apurado, em conversas mantidas com o empresário Oseas Monthalggan, Moabe teria admitido que guardou R$ 2 milhões em espécie em um apartamento localizado em Natal. O imóvel pertence a Aldo Araújo da Silva, controlador-geral adjunto do município de Serra do Mel e sogro do investigado.
Ainda conforme os diálogos analisados pela Polícia Federal, os recursos teriam como destino a futura campanha de Allyson Bezerra (União Brasil), atual prefeito de Mossoró, ao Governo do Estado do Rio Grande do Norte.
A PF investiga se o dinheiro tem origem em esquemas de corrupção na área da saúde, envolvendo o município de Serra do Mel e outras cidades potiguares. A operação apura um rombo estimado em R$ 13 milhões nos cofres públicos do setor.
Além de José Moabe, também foram alvos de mandados de busca e apreensão os prefeitos:
Allyson Bezerra (Mossoró);
João Evaristo Peixoto (Paraú);
Leandro Michel do Rêgo Lima (São Miguel).
Em nota, o prefeito Allyson Bezerra informou que colaborou integralmente com as diligências, destacando a transparência de sua gestão. Já a defesa de José Moabe e dos demais citados ainda não apresentou esclarecimentos detalhados sobre o conteúdo específico dos diálogos divulgados.
Fonte: Blog de Daltro Emerenciano
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