Após causar repercussão ao afirmar que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) “teria que morrer”, o pré-candidato à Presidência da República Renan Santos esclareceu que a declaração fazia referência a uma “morte política”, e não a qualquer tipo de violência física.
A fala que gerou a polêmica ocorreu durante uma live e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, levantando questionamentos sobre o tom e o alcance da declaração. Diante da reação negativa, Renan, que é dirigente do Movimento Brasil Livre (MBL), afirmou que suas palavras foram retiradas de contexto e negou defender agressões ou atentados contra o senador.
Em entrevista divulgada posteriormente, Renan reforçou sua posição e disse não se arrepender do que falou. Segundo ele, a crítica teve caráter exclusivamente político. “Eu disse que ele tem que morrer politicamente. Inclusive, o Flávio Bolsonaro tem que morrer politicamente”, declarou, mantendo o teor duro das críticas.
Na sequência, o dirigente reiterou acusações contra o senador, atribuindo a ele responsabilidade por decisões que, em sua avaliação, teriam enfraquecido o combate à corrupção durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Renan citou episódios como o caso das rachadinhas, supostas ligações com milícias e a atuação nos bastidores do governo federal.
Ainda segundo Renan Santos, esses fatores teriam contribuído para o esvaziamento da Operação Lava Jato, a indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República e o encerramento da CPI da Lava Toga.
Fonte: Blog do Gustavo Negreiros (com informações do portal Metrópoles)
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